domingo, 30 de outubro de 2011

CONVERSANDO SOBRE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Quinta passada, dia 27 de outubro, iniciei meu curso de cinco semanas sobre violência doméstica na infância e adolescência, no IPUB (Instituto de Psiquiatria da Universidade do Brasil/UFRJ). Então, nas próximas semanas ‘conversaremos’ sobre o assunto.
A questão da violência doméstica vem sendo discutida cada vez mais em nossos dias. Estudando-se o assunto constata-se, historicamente, que tal problema não é um fato novo em nossa sociedade. Desde tempos bíblicos, dos povos antigos, na literatura em geral podemos ter exemplos de violência doméstica contra crianças e adolescentes.
A violência direcionada à criança também sempre esteve ligada aos ‘métodos educacionais’. Mesmo no Direito havia, até bem pouco tempo no Brasil, a legitimação de práticas disciplinares violentas (existia o pátrio poder, dispositivo que permitia o direito de vida e morte sobre os filhos). Os estudos sobre maus tratos infantis, em nosso país, teve início por volta dos anos de 1970. Em 1990 surge o ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – ECA, no qual se começa a considerar tal população como ‘sujeitos de direitos’.
Considero mais produtivo o enfoque da ‘violência doméstica” de forma ampliada (saindo das quatro paredes do lar) e contextualizada. Englobarei assim, toda violência sofrida/exercida por pessoas próximas, que convivem de alguma forma com as crianças e adolescentes. Violência a princípio pode remeter a maus tratos físicos. Contudo, existem outros, como negligência, abuso psicológico e sexual.
Até a próxima semana!!! Abraços, LYSIANNE.

sábado, 24 de setembro de 2011

Alienação Parental

Na segunda feira passada, dia 19 de setembro, assisti a uma palestra no auditório da EMERJ (Escola da Magistratura do Estado do R.J.). O tema desta foi a “alienação parental”, questão de extrema importância para todos nós, casados, separados, pais, avós, filhos. Mesmo não sendo profissionais da área do direito, sempre poderemos contribuir multiplicando informações referentes ao assunto em tela.
Pois bem, no ano passado, mais precisamente no dia 26 de junho, passou a vigorar a Lei 12.318, que trata da matéria. Inicialmente na palestra foi apresentado um trecho do documentário “A morte inventada”, de Daniela Vitorino e Alan Minas. No trecho exibido tivemos a oportunidade de compartilhar a dor de duas mulheres. Uma mãe que sofreu a alienação imposta pelo ex-marido ao filho do casal. E uma jovem, de 26 anos, que relatou a sua experiência na qual a mãe a afastou do pai, chegando ao ponto da filha ficar sem vê-lo durante 10 anos. No site do documentário há espaço para comentários e depoimentos. Também foi disponibilizado um endereço eletrônico para aqueles que desejarem se comunicar com os produtores: (amorteinventada@gmail.com).
A juíza Ivone Ferreira Caetano, da Vara da Infância, Juventude e Idoso da Capital, presidiu a mesa que contou também com a presença do Dr Talvane M. de Moraes, psiquiatra forense, Danielle Goldrajch, psicóloga CRP 05/19077, da Segunda Vara da Infância, Juventude e Idoso do Rio de Janeiro, e a juíza Mª Cristina Brito Lima, da Primeira Vara de Família da Barra da Tijuca. Vários pontos foram levantados como: qual o limite entre “proteção”, no que se refere à visitação e “alienação” propriamente dita? Para identificar-se a S.A.P. – ou Síndrome da Alienação Parental – alguns pontos devem estar presentes. Mesmo que o dito “alienador” não se dê conta da situação e que não esteja agindo propositalmente. Questões do âmbito da conjugalidade e da parentalidade se misturam e confundem. Ou seja, os problemas conjugais acabam por interferir no exercício dos papéis de PAI e MÃE. Um mau marido ou mulher podem ser bons pais. De qualquer forma a criança não pode ficar no meio de uma briga que não é sua. Na S.A.P. a criança ou adolescente muitas vezes é usado como “moeda de troca”. Assim, não é difícil que aquele que detém a guarda dificulte os encontros com o outro quando este não quer ou pode aumentar a pensão alimentícia.
Outra situação de difícil manejo para o filho é quando este se sente num “conflito de lealdade”. A criança tem vergonha, ou se sente mal com o fato de gostar do outro pai, por exemplo, sendo que este é tão difamado pela mãe.
Há que se ter em mente que o rompimento do laço afetivo entre os cônjuges não pode reverberar no laço entre pai/filho (a) ou mãe/filho (a).
Lysianne Moura da Frota

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

CLINICA SOCIAL EM COPACABANA!!!

ATENDIMENTO CLÍNICO, INDIVIDUAL, PARA ESTUDANTES DE PSICOLOGIA.
CONSULTÓRIO NA AV. NOSSA SENHORA DE COPACABANA 1229, POSTO 6, PRÓXIMO AO METRÔ GENERAL OSÓRIO/IPANEMA.
CONTATOS: 3186-5431 / 9858-2900

LYSIANNE M. DA FROTA
PSICÓLOGA CRP/RJ 12008

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Falando um pouco sobre cinema

No dia 07 de abril tive a oportunidade de assistir a palestra de Arlindo Machado sobre Cinema e Novas Tecnologias, durante a aula inaugural do Mestrado em Comunicação da UERJ. Para quem não Conhece, Arlindo é Professor do Programa de Pós Graduação e Semiótica e do Departamento de Cinema, Rádioe Televisão da PUC-SP e autor de livros como “Mídia e Arte” e “A televisão levada a sério”, dentre vários outros.

Ele convidou a platéia a refletir sobre os novos rumos que o cinema poderá tomar graças as tecnologias que existem hoje, incluindo desde o seu fazer até as formas como assistimos os filmes. Foi abordado, sobretudo, a interatividade no cinema. Quem se interessar em saber mais sobre o tema, pode acessar www.folhetimblog.blogspot, onde postei um resumo da palestra.

Abs,
Elaine Christovam de Azevedo
Psicóloga
CRP 05/27.694

terça-feira, 29 de março de 2011

Diário de Bordo Juliana

Olá queridos !

2011 está aí, e junto com a colação de grau surgem muitas expectativas e dúvidas. E agora, em que área devo investir ? Devo passear pelos mais variados temas a fim de saber com quais me identifico e então depois escolher e seguir uma direção ou devo desde já identificar quais estão interligados e chegar a um denominador comum ?

Escolher é sempre muito difícil, mas já consigo identificar minhas fascinação por todos os assuntos ligados à área familiar. Para iniciar, nada mais justo que começar a estudar sobre gestação. Esse curso que estou fazendo prepara profissionais interessados em trabalhar com gestantes, e estou apaixonadíssima ! Se vc tem interesse em trabalhar nessa área, acesse: http://julianameni.blogspot.com/2011/03/curso-para-trabalho-com-gestantes.html

Em breve, outras novidades serão compartilhadas aqui !

Juliana do N. Meni
Psicóloga
CRP 05/41.500

Diário de Bordo Lysianne

Quanto à leitura do livro: EPISTEMOLOGIA AMBIENTAL, Enrique Leff.

São Paulo, Cortez Editora, 2001. O autor coloca entre outras questões muito importantes, que :"O ambiente não é a ecologia, mas a complexidade do mundo".
Depois explico melhor, mas é FASCINANTE!!!

Em relação ao trabalho da Thaíssa, na próxima postagem colocarei as referências bibliográficas dos livros que estamos usando. Seu artigo terá como tema a questão das sucessões nas relações homoafetivas.Quer dizer: atualmente já se conseguiu diversos direitos no que tange aos parceiros homosexuais, contudo não há a possibilidade de herdarem o patrimônio do outro.Eu estou contribuindo na parte inicial sobre a contextualização da SEXUALIDADE em nossa sociedade.

Até breve! De verdade!!!

Abraço,
Lysianne da Moura Frota
Psicóloga
CRP 05/12.008

segunda-feira, 28 de março de 2011

Diário de Bordo Elaine

Após um período de recesso, começamos o ano com novos desafios e muita motivação para dar conta deles.

Comecei meu Mestrado em Comunicação Social na UERJ e estou cada vez mais apaixonada pela área. No momento estou lendo o livro do autor italiano Umberto Eco, Como fazer uma tese, para a aula de metodologia.

Na aula de Cultura Popular fui apresentada a Paul Ricoeur e sua teoria da narrativas. Um tema fascinante para uma psicóloga apaixonada por arte e por todas as formas de expressão. Assim que tiver mais novidades, voltarei a dividi-las com vocês.

Abraços,
Elaine Christovam de Azevedo